quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Pontos Turísticos

ATRAÇÕES NATURAIS

Mais de um terço do território de Nova Iguaçu (35%) está coberto de floresta do tipo Mata Atlântica. Nesta área estão contidas duas importantes áreas de preservação ecológica: a Reserva Biológica de Tinguá, criada em 1989, e a APA (área de proteção ambiental) da Serra de Madureira.

• A Reserva Biológica do Tinguá, tem 26 mil hectares e está localizado entre a Zona Metropolitana e a Região Serrana do estado, bem ao pé da serra. O relevo é acidentado, destacando-se o maciço do Tinguá, com 1.600m de altura. A reserva conta com mata atlântica preservada, rios, corredeiras, cachoeiras, piscinas naturais e ruínas dos séculos XVIII e XIX. Pode-se participar de caminhadas nas trilhas da mata (há guias disponíveis), banhos nas quedas d´água, tour histórico pela ruínas, tour rural e cultural no entorno (Estação Ferroviária de Tinguá, Estrada Real do Comércio, Fazenda São Bernardino, Igreja de Nossa Senhora da Piedade do Iguassú e porto da Vila de Iguaçe).

Parque Municipal. Tem 1.110 hectares, localizados no Maciço do Gericinó, entre as Serras de Madureira e do Mendanha. Nele se localiza os mais bem preservados vestígios, no Brasil, da cratera de um vulcão extinto, onde se chega por uma trilha. O Parque foi criado em 1998 e guarda flora e fauna variadas. Conta com trilhas, mirantes com belas vistas, lagos naturais, a cachoeira Véu de Noiva e o Rio da Cachoeira, um dos mais importantes da região. O casarão destinado ao Centro de Visitantes foi sede de fazenda no século XIX e é considerado o prédio mais antigo do município.

Serra de Maxambomba, uma das abas do Maciço de Gericinó, é hoje um centro para a prática de vôo livre na Baixada. É de origem vulcânica e ali podem ser vistas crateras, chaminés e vestígios diversos de muitas erupções vulcânicas ocorridas milhões de anos atrás.

Área Especial de Interesse Ambiental de Morro Agudo. Nela se encontra o Parque
Botânico de Nova Iguaçu

ATRAÇÕES CULTURAIS

Capela da Posse, única construção remanescente da antiga Fazenda da Posse, foi construída por em 1743. Sua nave se prolonga por um alpendre apoiado sobre as seis colunas da Ordem Toscana.

Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Marapicu. Erguida na terra pertencente ao capitão Manuel Pereira Ramos, tem em 1736 o ano provável do início de sua construção.

Capela de Nossa Senhora de Guadalupe (Igreja Velha). Construída em 1750, com seu início marcado por uma procissão.

Igreja de Santo Antonio da Prata. Teve sua pedra fundamental lançada em 1862 e
foi reformada na década de 30, tornando-se a Catedral de Santo Antonio de Jacutinga.

Fazenda São Bernadino. Tombada pelo patrimônio histórico em 1951, sua construção em estilo neoclássico terminou em 1875. Hoje ela está em ruínas, vítima de um incêndio. A Casa Grande situa-se num outeiro, entre Cava e Tinguá. Na parte mais baixa do terreno, existiram cavalariças, garagem para carruagens, estrebaria, senzala, habitações para escravos domésticos, engenhos de cana e de mandioca.

Hospital de Iguassu, construção de 1935.

Estrada de Ferro Rio do Ouro - Ferrovia das Águas, construída para
manutenção dos reservatórios que abasteciam parte da Capital na época do império, começava no Caju e seguia por 53km até Rio do Ouro (D'Ouro).

Reservatório de Rio D’Ouro. A captação de águas em Nova Iguaçu, para o abastecimento da cidade do Rio de Janeiro, deu origem à Estrada de Ferro Rio do Ouro. Construído em fins do século XIX, o ramal conserva ainda sua estação, casas de administração, aqueduto e reservatório, ligados entre si por caminhos calçados por pedras. A estação conserva seus cunhais e frontão triangular nas laterais.

Antiga estação de Vila de Cava. Construída no início do século XX, conserva a edícula que servia de bilheteria, a estação propriamente dita e, vizinho a esta, o prédio onde funcionava o escritório do antigo entroncamento de águas da Cedae.

Antiga Estação Ferroviária de Tinguá. Na fachada, consta o ano em que foi construída: 1917. Como as demais estações do ramal do Rio D’Ouro, a de Tinguá seguiu os princípios clássicos da época.

Antiga Estação Ferroviária de Jaceruba. Integrada ao casario da pequena Vila de Jaceruba, data do início do século XX e ainda conserva o piso de tábua corrida e a antiga pintura cinza à meia altura.


Fonte: http://novaiguacu.rj.gov.br

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